domingo, 30 de outubro de 2011

Helena!

Sou mensageiro da emoção,
Um viajante, missionário...
Um cavaleiro solitário
Trilhando sua senda.
Contemplo o mar...
O céu... O luar...
Contemplo o rio em sua nascente
Basta-me o teu olhar
Para me fazer levitar,
Amar... Flutuar

Sob o sol ou luar...
Não vivo sem o teu olhar.
Ele é o farol que ilumina
Minha senda.

É na solitude d’alma
Nosso templo interior
Onde guardo te como tesouro.
E nesse silêncio  te encontro
Conectado me com o divino
A minha  alma se renova...
Por ti sendo vivificada.

Se meu grito fosse a,
Revolução do poder,
E o meu choro,
A revolução do altar,
O que seria de mim,
Se não podesse te amar.
 Aparecido Bezerra.

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